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Gonçalo Duarte Exposições Individuais: 1971 “Judite da Cruz”, Lisboa 1972 “Messine”, Paris 1973 “Toumarkine”, Paris 1974 “São Francisco”, Lisboa 1979 “Centro Cultural Português da Fundação Gulbenkian”, Paris 1981 e 1984 “Diagonale”, Paris 1983 S.N.B.A., “História Trágico Marítima” 1984 “Cidadela”, Cascais Exposições Colectivas (selecção): 1961 e 1969 Duas exposições na Galeria da Fundação Gulbenkian em Paris 1983 Junta de Turismo do Estoril 1984 “Artistas portugueses residentes no estrangeiro”, Galeria Almada Negreiros, Lisboa 1986 “Gaveta do Artista II“, S.N.B.A., Lisboa De várias apreciações críticas expendidas sobre a obra de Gonçalo Duarte destacamos, de P. de Sousa, 1975, “... a figuração lírica e metafísica de Gonçalo Duarte vem em linha directa da inspiração surrealista”; de Eurico Gonçalves, 1986, “ligada à nova figuração narrativa, e com certo pendor surrealizante, é a obra ainda pouco conhecida de Gonçalo Duarte há longos anos radicado em Paris. (...) A Batalha de Alcácer kibir, com cavaleiros armados de lanças, em plena acção, é outro tema histórico de Gonçalo Duarte que, à sua maneira, repensa Portugal de fora para dentro, através de uma memória lendária e mítica”; e de Egídio Álvaro, Paris, 1984, “Gonçalo é sem dúvida um dos elementos-chave desse núcleo de artistas independentes que, exteriores às modas e alheios à pressão do sempre duvidoso gosto dominante, marcam fulgurantemente uma época com o signo da sua originalidade.” O artista está representado em diversas colecções particulares em Portugal e no Estrangeiro.
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