BRUNO PEDROSA


Bruno Pedrosa nasceu no Cearà, Brasil, em janeiro 1950.
E’ formado em Filosofia, Arqueologia e Belas Artes na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Dal 1990 vive em Bassano del Grappa, Italia.

ESPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

  • 1967 Brasil, Crato. Centro de Exposições Centro Nordestino
    Brasil, Olinda. Museu de Arte Contemporânea
    Brasil, Natal. Município de Natal.
  • 1968 Brasil, Niterói. Galeria da Escola Fluminense de Belas Artes
    Brasil, Niterói. Museu Antônio Parreiras.
    Brasil, Brasília. Centro Cultural do Distrito Federal.
  • 1969 Brasil, Rio de Janeiro. Galeria do BEG
    Alemanha, Düsseldorf. Galeria Zimmer.
  • 1970 USA, New York. Galeria New Forms.
    Uruguay, Montevidéu. Centro de Artes e Letras.
    Brasil, Rio de Janeiro. Galeria da ABI.
    Brasil, Niterói. 1° Expo-RJ.
  • 1971 Brasil, Rio de Janeiro. Galeria Escada.
    Brasil, Cuiabá (MT). Museu de Arte.
    Brasil, Salvador (BA). Salão Português de Leitura.
  • 1972 Brasil, Rio de Janeiro. Museu de Arte Moderna.
    Brasil, Rio de Janeiro. Galeria do Copacabana Palace.
    Colômbia, Bogotá. Galeria San Diego.
    Colômbia, Bogotá. Biblioteca Luiz Angel Arago.
    Brasil, Niterói. Galeria Le Chat.
    Brasil, Crato. Museu de Arte do Crato.
  • 1973 Brasil, Rio de Janeiro. Centro Cultural Lume.
    Brasil, São Paulo. Museu de Arte Contemporânea
    Equador, Quito. Museu de Arte Moderna..
    Peru, Lima. Sala de Arte da Petroperu.
    USA, Washington. Brasilian–American Cultural Institute.
  • 1974 Argentina, Buenos Aires. Museu del Grabado.
    USA, Tenesse. Università del Tennessee.
    USA, Phoenix. Museu de Arte de Phoenix.
    Brasil, Olinda (PE). Museu de Arte Contemporânea.
    Brasil, São Paulo. Galeria Solar.
    Brasil, Belo Horizonte. Instituto Cultural Brasil –Estados Unidos.
    Uruguai. Maldonado. Museu de Arte Americana.
  • 1975 USA. Sunnyvale. Cherri Chase Festival.
    México. Cidade do México. Palácio das Belas Artes.
    México. Cidade do México. Galeria Juan Martin.
    USA. Washington. Galeria da União Pan-americana.
    USA, Minneapolis. Galeria Bristol.
    USA, New Haven. Galeria Contorier.
    Brasil, Fortaleza. Casa de Cultura Raimundo Cela.
  • 1976 México, Chulula. Universidade das América.
    México, Cidade do México. Galeria Juan Martin.
    Nicarágua, Manágua. Museu Ruben Dario.
  • 1977 Brasil, Santos. Galeria Centro Cultural Brasil – Estados Unidos
    1979 Brasil, São Paulo. Museu de Arte de São Paulo ( MASP ).
    USA, New York. Museu de Arte Contemporânea Hispânica.
    Brasil, Curitiba (PR). Galeria Acaiaca.
    Brasil, Rio de Janeiro. Galeria Casa do Estudante.
  • 1980 Brasil, Niterói. Centro Cultural Paschoal Carlo Magno.
  • 1981 Argentina, Buenos Aires. Galeria Vieux Paris.
    Brasil, Niterói. Associação Medica Fluminense.
  • 1986 Brasil, Rio de Janeiro. Galeria Villa Bernini.
    Brasil, Niterói. Centro Cultural Paschoal Carlo Magno.
  • 1988 Brasil, Nova Friburgo. Centro Cultural de Friburgo.
    Brasil, Niterói. Centro Cultural Paschoal Carlo Magno.
  • 1989 Brasil, Rio de Janeiro. Galeria Artlivre.
    Brasil, Rio de Janeiro. Retrospectiva Centro Cultural Petrobrás.
    USA, New York. Apresentação da edição americana do álbum “Mosteiro de São Bento”
  • 1990 Itália, Manta. Igreja de Santa Maria del Monastero.
    Itália, Cuneo. Galeria Etruria.
  • 1991 Brasil, Niterói. Museu do Ingá.
    Suíça, Genebra. Galeria Abisa.
  • 1992 Itália, Castelfranco Veneto. Galeria Flaviostocco.
    Itália, Padova. Feira de Arte Contemporânea .
  • 1993 Itália, Cuneo. Galeria Etruria.
    Suíça, Lugano. Galliani Arte Contemporânea.
    Brasil, Rio de Janeiro. Galeria Bonino.
    Itália, Padova. Feira de Arte Contemporânea .
    Itália, Vicenza. Vicenza Arte.
  • 1994 Itália, Manta. Igreja de Santa Maria del Monastero.
    Itália, Bassano del Grappa (VI). Galeria Scrimin.
    Itália, Mestre (VE). Galeria Brunello.
    Itália, Milão. Consulado Geral do Brasil.
    Itália, Monza. Exposição Internacional de Design
  • 1995 Itália, Veneza. Galeria Percorso d’Arte ‘90.
    Itália, Seregno (MI). Galeria Silva Arte.
  • 1996 Itália, Strà (PD). Museu Villa Nazionale Pisani.
    Brasil, Rio de Janeiro. Galeria Anita Schwartz.
    Itália, Veneza. Igreja de San Nicolò.
  • 1997 Holanda, Neede. Galeria Needien.
    Itália, Padova. Feira de Arte Contemporânea .
    Itália, Udine. Feira de Arte Contemporânea .
  • 1998 Áustria, Graz. Galeria Dida
    Alemanha, Bad Berleburg. Galeria Gerhard.
    Brasil, Rio de Janeiro. Galeria Anita Schuwartz.
    Itália, Veneza. Galeria Daniele Luchetta.
    Itália, Udine. Feira de Arte Contemporânea
    Itália, Padova, Feira de Arte Contemporânea 98.
    Itália. Bari. “Expo Arte Bari”
  • 1999 Itália, Vicenza. Galeria de Arte Sante Moretto.
    Itália, Bassano del Grappa. Galeria Scrimim.
    Itália, Caltelfranco Veneto (TV). Galeria MomART.
    Brasil, Fortaleza. Galeria Ignez Fiúza
    China, Pequim. II West Lake Art Fair
    Itália, Padova. Feira de Arte Contemporânea 99.
  • 2000 Itália, Bassano del Grappa. Inauguração do novo atelier.
    U.S.A. Washington. Brasilian-American Cultural Institute.
    Alemanha, Colônia. Trinitais – Kirche / Galeria Gehard
    Brasil, Fortaleza. Galeria Ignez Fiúza
    Itália, Roma. Galeria Portinari. Embaixada do Brasil .
    Itália, Roma. Art Gallery Floriana Tondinelli.
    Itália, Padova. Feira de Arte Contemporânea 2000
  • 2001 U.S.A. New York. SOFA (Fair)
    Brasil, Rio de Janeiro. Museu de Belas Artes
    Itália, Padova. Feira de Arte Contemporânea 2001
    Brasil, Fortaleza. Galeria Ignez Fiúza
  • 2002 Brasil, Rio de Janeiro. Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (curadoria Galeria Rembrandt)
    Brasil, Brasília. Salão dos Vitrais da Caixa Econômica Federal - Galeria Rembrandt.
    USA, Philadelphia. Galeria Wexler.
    Brasil, São Paulo. Centro Cultural da Caixa Econômica Federal - Galeria Rembrandt.
  • 2003 Alemanha, Berlim. Embaixada do Brasil
    Italia, Roma. Galeria Cândido Portinari – Embaixada do Brasil
    Portugal, Lisboa. Galeria Rúben Cunha
    França, Paris. Galerie Debret – Embaixada do Brasil
  • 2004 Espanha, Madri. Casa do Brasil – Embaixada do Brasil
    Italia, Gallarate (VA) – Galeria Nuova Visione
    Italia, Salerno – Galeria Nuova Visione
    Italia, Udine – Palazzo Frangipane
    USA, Philadelpia – Leilão de Vidros de Arte no Liberty Museum
    Italia, Padova – Artforum Gallery
    USA, Miami – Solange Rabello Art Gallery

 

NOTICIA BIOGRÁFICA

Bruno Pedrosa nasceu em 1950 na Fazenda Catingueira, Município de Cedro, Estado do Ceará. Seus pais, descendentes de antigos colonizadores portugueses que imigraram para o Brasil ainda no século XVII, viviam da criação de gado, plantação de cana-de-açúcar, e produção de algodão no nordeste do Brasil. Com um ano de idade morreu sua mãe e o pai, juntamente com os filhos pequenos, voltou a morar na casa do seu pai, uma fazenda próxima, onde Pedrosa viveu a primeira infância. Aos seis anos de idade foi estudar no Crato, uma cidade distante, de onde só retornava no período das férias. Alguns anos depois o transferiram para Fortaleza, a capital do Estado, ali conclui seus estudos clássicos em 1967. No ano seguinte transfere-se para o Rio de Janeiro, onde começa a freqüentar a Escola Fluminense de Belas Artes. Participa de exposições coletivas no Rio de Janeiro e faz a primeira individual no Museu Antônio Parreiras, em Niterói ( RJ ) em 1968. Também neste ano participa ativamente do movimento de protesto dos estudantes nas ruas do Rio de Janeiro.
Em 1969 ingressa na Escola Nacional de Belas Artes ( UFRJ ). Faz as primeiras viagens pelo interior do Brasil e outros países da América do Sul. Começa a participar regularmente do Salão Nacional de Belas Artes onde chegaria a ganhar Medalha de Prata, com desenho. Ao mesmo tempo que freqüenta a escola de artes se inscreve nas faculdades de Arqueologia e Filosofia, também pertencentes à Universidade Federal do Rio de Janeiro ( UFRJ ).
Em 1972 publica o primeiro álbum de desenhos, como tema a cidade de Ouro Preto. Desde 1970 vinha estudando o barroco brasileiro e sua arquitetura nas várias características locais. Nos anos seguintes amplia este estudo para outros países da América do Sul, principalmente Bolívia, Peru e Equador. Através da arqueologia começa seu interesse pela arte e a historia dos Incas e em várias viagens e períodos diferentes percorre todo o território que em época pré-colombiana foi ocupada por estes povos.
Conhece e freqüenta os grandes muralistas mexicanos, em especial Álfaro Siqueiros. No Brasil realiza neste período exposições individuais e dedica-se exclusivamente ao desenho. Realiza sua primeira exposição individual fora do Brasil no Museo del Grabado, Buenos Aires, com uma série de gravuras sobre o carnaval de Oruro, Bolívia. Esta serie foi depois exposta no Phoenix Art Museum, USA, e no Departamento de Artes da University of Tenesse, USA.
Em 1975, com patrocínio da fundação americana Hartford-Bristol, publicou nos Estados Unidos seu primeiro álbum de desenhos e pela cidade de New York começa uma serie de exposições em várias cidades americanas. Também no México, com o mesmo patrocínio e curadoria de Pietro Maria Bardi, crítico de arte e diretor do Museu de Arte de São Paulo (MASP , realiza várias exposições, sendo a última na Galeria Juan Martin, cujo proprietário foi seu marchand por algum tempo.
Em 1976 entra para a comunidade do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro onde permanece até 1980. Neste período que ficou na clausura pintou um painel a óleo de seis metros quadrados para o Mosteiro Beneditino de Juiz de Fora ( MG ); fez uma série de retratos a óleo, entre eles o do Papa João Paulo II, hoje pertencente ao acervo dos Museus Vaticanos, e uma serie de desenhos sobre o Mosteiro. Com estes desenhos foi editado em 1979 um álbum em comemoração aos 1400 anos do nascimento de São Bento. O lançamento, juntamente com uma exposição individual dos originais, foi no Museu de Arte de São Paulo - MASP. A apresentação e organização da mostra ficou a cargo do diretor do Museu, Pietro Maria Bardi; o texto crítico sobre os desenhos escreveu o crítico Clarival do Prado Valladares e o texto biográfico do artista foi feito pela escritora Rachel de Queiroz.
No final de 1980 deixa o Mosteiro e recomeça sua vida como artista. Volta a expor nos EEUU, no Museum of Contemporary Hyspanic Art, e em Buenos Aires, Argentina, desta vez na Galeria Vieux Paris.
Em junho de 1982 se casa com Elinor Perlingeiro Garnero. Fixa residência em Ipanema e reativa seu atelier na Praia do Flamengo, onde trabalha todos os dias, principalmente em desenhos. Nos anos seguintes a família aumenta com o nascimento de suas filhas em 1983 Andréia e em 1985 Thereza. Em outubro de 1986 lança o álbum de desenhos Retratos do Rio, com uma série de imagens da cidade do Rio de Janeiro, para o qual o grande poeta brasileiro Carlos Drummond, amigo particular do artista,, escreveu o poema Retrato de Uma Cidade. A edição, com tiragem limitada, assinada e numerada pelos autores, foi feita em papel especialmente fabricado para isto pela Fábrica Pirahy; com lançamento e exposição dos originais na Galeria Villa Bernini, no Rio de Janeiro.
Em 1987 transfere-se com a família para o Sitio Santa Maria, em Mury, na serra de Nova Friburgo. No atelier de Mury, com a paz e tranqüilidade necessárias para criar, começa uma fase de intensa produção e mudança no seu estilo, até então, de um naturalismo realista. Pouco a pouco foi se aproximando do expressionismo fouvista para chegar no final ao abstrato gestual.
Em 1988 realiza viagem pela Espanha, Portugal, França e Itália. Escreve artigos e apresentações para exposições de amigos e desenha muito. De volta ao Brasil realiza uma mostra no Centro Cultural de Nova Friburgo ( RJ ) com os trabalhos que produziu em Veneza, totalmente vendida antes da inauguração. No ano seguinte volta à Europa, desta vez acompanhado da mulher com o objetivo de preparar a vinda de toda a família para a Itália onde passariam a residir. De retorno ao Brasil, realizou ainda, neste ano, antes da mudança, uma exposição na Galeria Artlivre, no Rio de Janeiro, e uma retrospectiva no Centro Cultural Petrobrás, na mesma cidade, onde reuniu trabalhos de vinte anos da sua produção gráfica.
Em março de 1990 chegou com a família a Busca na Província de Cuneo, cidade onde nasceu seu sogro, o tenor italiano Giovanni Garnero. Por um ano ficou morando, com a mulher e as filhas, naquela cidade do Piemonte, norte da Itália. Em 1991 realizou um painel a óleo de oito metros quadrados, sob encomenda, para o grupo empresarial brasileiro Roberto Marinho. Fez também neste mesmo período duas exposições no Piemonte; em Cuneo, na Galeria Etruria, e em Manta na Igreja de Santa Maria del Monastero. Foram as suas primeiras exposições realizadas na Itália.
Em agosto de 1991 transfere residência do Piemonte para o Veneto, sempre no norte da Itália, fixando-se na cidade de Bassano del Grappa, onde vive e trabalha. Ligado a galerias de Veneza, vende seus trabalhos além da Itália, na Áustria, Alemanha, Holanda, Suíça, França, Inglaterra, Irlanda, Portugal, Estados Unidos da América, Japão e Austrália Em 1994, através da Galeria Daniele Luchetta, de Veneza, fez suas primeiras esculturas em cristal de Murano, trabalhando com a mesma fundição que nos anos 50 produzia os trabalhos em vidro de Picasso, Braque, Matisse, Arp. Moore, etc. Hoje as esculturas em cristal de Murano de Bruno Pedrosa, tendo alcançado um alto índice de apreciação, estão espalhadas por todo o mundo, em mais de 30 países. Bruno Pedrosa é o primeiro é único brasileiro a trabalhar com o cristal de Murano, obtendo sucesso de público e de críticos do setor. A professora Rosa Barovier Mentasti (crítica de arte em vidro, diretora do Museu do Vidro de Murano e agora diretora da Escola de Design para o vidro em Murano) disse sobre ele: “... soube imergir-se em uma antiga tradição, atravessada durante toda a sua historia milenária por caracteres técnicos e estéticos precisos, localizando os elementos que lhe permitissem exprimir a sua criatividade pessoal.”
Neste ultimo decênio a criatividade de Pedrosa Tem um “exploit” e ele usa todos os materiais a sua disposição para as suas jóias de autor (peças únicas), esculturas e tapetes. Em 1998, com texto critico do americano Lincoln Edelman foi publicado o livro “Pedrosa, 1990 –1998” que trata da produção em pintura de Bruno Pedrosa nos anos italianos.
O fim do milênio encontra Bruno inaugurando o novo atelier de Bassano, maior e próximo do Ponte Vecchio, com as exposições comemorativas dos 30 anos de carreira em Fortaleza, Washington e Roma. Em 2001, a convite do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, fez a exposição ‘Os vários caminhos de uma artista” que pela primeira vez mostrava conjuntamente os vários resultados de suas diferentes áreas de interesse: Pintura, vidros de Murano, jóias e tapetes”.
Em 2002, com patrocínio do Banco do Brasil e curadoria da Galeria Rembrandt do Rio de Janeiro, realizou exposições no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, mostrando pela primeira vez no Brasil vidros de Murano criados por um artista brasileiro. Para estas exposições foi publicado um livro com texto de Rosa Barovier Mentasti, outros críticos e intelectuais italianos, franceses e brasileiros.
Em 2003, com o apoio do Ministério do Exterior do Brasil, das Embaixadas do Brasil em Berlim, Roma, Madri e Paris, curadoria de Elinor Garnero, patrocínio do Banco do Brasil e Galeria Rembrandt foi realizada uma exposição itinerante, com catalogo, sobre a obra recente de Pedrosa nestas importantes capitais européias. O ano de 2004 vê Pedrosa de novo em ação, no cenário italiano com exposições em galerias de Milão, Salerno, uma grande exposição no Palazzo Frangipane de Udine e no cenário americano com participação em importante leilão do Liberty Musum de Filadélfia, exposição em Miami e recém aquisição para o seu acervo da parte do Corning Museum of Glass, New York, de um trabalho em vidro. Enquanto isso para o ano próximo se prepara para a comemoração dos 10 anos de criação de vidros de Murano e 35 anos de carreira, com o lançamento do livro sobre os vidros de Murano, com texto da prof. Rosa Barovier Mentasti, edição em italiano, inglês e alemão e exposições em Berlim, Rio de Janeiro, Belgica, Padova, Miami e Bologna.