Paulo Neves

Paulo Neves

(n. 1959)

Paulo Neves

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Paulo Neves

Paulo Neves nasceu em Cucujães, Oliveira de Azeméis, em 1959. Frequentou o Curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Entre 1978 e 1981 conviveu e trabalhou com diversos artistas em vários países europeus, experiência que marcou o desenvolvimento do seu percurso artístico.

Desenvolve trabalho nas áreas da escultura, desenho, cerâmica e gravura, sendo a escultura o eixo central da sua prática artística. A linha e o gesto assumem um papel estruturante no seu trabalho, frequentemente desenvolvido através da madeira e de processos de talha que exploram a relação entre matéria, forma e espaço.

Ao longo de mais de quatro décadas de atividade artística, realizou numerosas exposições individuais em Portugal e no estrangeiro. Entre as mais recentes destacam-se as realizadas na Art Consult Gallery, Hamburgo (2019), Galeria São Mamede, Lisboa e Porto (2018), Zet Galeria, Braga (2018), Livraria Lello, Porto (2017), Fórum da Maia (2018), Museu de Pinhel (2019), Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante (2010), Museu Alberto Sampaio, Guimarães (2006) e Museu de Lugo, Espanha (2006).

Participou igualmente em numerosas exposições coletivas, bienais e simpósios internacionais de escultura, incluindo a Bienal Internacional de Arte de Cerveira, a ARCO Madrid, a New York Independent Art Fair, a Bienal Internacional Fenosa, o Centro de Escultura de Candás, em Espanha, e diversos simpósios internacionais realizados em Portugal, Espanha, Itália, Roménia e outros países europeus.

A sua obra integra coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro, encontrando-se representada em museus, instituições, espaços públicos, hotéis, universidades e coleções empresariais. Entre estas destacam-se o Museu de Arte Moderna do Porto, o Museu de Arte Moderna da Madeira, o Museu Alberto Sampaio, o Museu Amadeo de Souza-Cardoso, a Fundação Jorge Antunes, a Universidade de Aveiro, o Santuário de Fátima, o Grupo SANA Hotels, bem como diversas coleções e espaços públicos em Espanha, Alemanha, Itália, Bélgica, Angola, Moçambique, Marrocos e Roménia.

Ao longo da sua carreira recebeu diversas distinções, entre as quais o Prémio Águas do Minho e Lima da Bienal de Cerveira, o Prémio Aquisição da XIV Bienal de Cerveira, Fundação Eugénio de Almeida, o Primeiro Prémio para o Monumento ao Magriço (2000) e o Primeiro Prémio do concurso para a revitalização escultórica da zona histórica de Viseu (1999).

Obras de arte